Em coletiva de imprensa, presidente da CNseg destacou papel estratégico do setor segurador para repor bens e qualidade de vida da população
No primeiro semestre de 2022, o setor segurador pagou R$ 2,4 bilhões em indenizações, benefícios, sorteios e resgates, no estado de Santa Catarina. O número, que não inclui Saúde Suplementar, VGBL e DPVAT representou um aumento de 10,1% sobre o mesmo período de 2021. Em coletiva de imprensa realizada em Blumenau, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, avalia que esse dado reflete o papel fundamental da indústria seguradora para a sociedade.
“O catarinense é resiliente, mas o seguro pode ajudar. É um benefício para a população para repor bens perdidos e, consequentemente, a qualidade de vida”. No período, os destaques foram os seguros de Danos e Responsabilidades, com aumento de 30,6% a mais que no mesmo período de 2021”.
Na arrecadação dos seis primeiros meses, o avanço foi de 1,2% com relação ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 7, 3 bilhões, sem considerar Saúde Suplementar e DPVAT.

O presidente do Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina (Sindseg SC); Luciano da Silveira, chamou a atenção que o estado tem muitos eventos climáticos, como enchentes. E que produtos como seguro automóvel, empresarial e residencial são diferenciais para proteger a população.
“Quando há previsão de temporal, as seguradoras já posicionam os guinchos em locais estratégicos e acabam retirando até veículos que não estão segurados, como parte do trabalho de proteção”.

Campanha do setor segurador
Dyogo Oliveira conta que a campanha institucional lançada pela CNseg, com o apoio das federações, “Seguro, Previdência Privada e Saúde. Pra tudo e pra todos”, reforça a importância de conscientizar a população que o seguro é um produto acessível a todos.
“O seguro atende a todas as pessoas, levando grandes benefícios para a sociedade, com produtos tradicionais, como seguro para automóveis, e outros criados ao longo do tempo”.
A estimativa é que a ação impacte mais de 57 milhões de brasileiros, considerando o plano de mídia abrangente que inclui Tvs aberta e fechada, rádios, mídias sociais, entre outros. Também desenvolvido para a campanha, o hotsite seguropratodos.com.br reúne diversos conteúdos informativos. Há depoimentos de quem precisou contar com a proteção do seguro em diferentes tios de de imprevisto e um glossário desenvolvido pela CNseg com explicações sobre todas as modalidades de seguros disponíveis no
mercado.
Seguro auto
Sobre a atuação das associações de proteção veicular no estado, o presidente da CNseg faz um alerta.
“É um processo de pirâmide e muitas associações estão na fase de encher a pirâmide, angariando novos associados. Mas, em breve, quando chegar a fase de inversão, ou seja, de demanda das indenizações, vai ser um grande estrago. O consumidor precisa ter atenção com empresas que vendem produtos como se fossem seguros, mas não protegem na hora do imprevisto”, defende.
Já o presidente do Sindseg- SC chama a atenção para os efeitos colaterais desse tipo de associação.
“Não fazem reservas técnicas e utilizam peças de reposição sem origem definida, incluindo itens importantes como o cinto de segurança. Muitos consumidores, quando lesados, buscam o Procon, porém, não possuem os mesmos direitos que um consumidor”, explica Luciano Silveira.
Para esclarecer a população sobre os riscos das associações, a CNseg disponibiliza informações no site seguroautosim.com.br.

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