Geral
9 de agosto de 2017
O mercado de seguros faturou pouco menos de R$ 49,5 bilhões no primeiro semestre. Segundo dados da Susep, essa soma representa um crescimento nominal de apenas 2,2% em comparação aos seis primeiros meses do ano, abaixo, inclusive, da variação das taxas de inflação no nos dois períodos comparados
Esses valores incluem o VGBL, mas, não foram computados o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); os planos de previdência privada complementar aberta e a capitalização.
O desempenho apenas razoável do setor foi favorecido pela queda da taxa média de sinistralidade, de 51% para 49%, entre junho de 2016 e o mesmo mês no atual exercício. Além disso, entre os dois períodos comparados, houve uma redução de 3,6% dos sinistros ocorridos, para pouco menos de R$ 22,7 bilhões.
Isso significa que, nos cinco primeiros meses do ano, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 126 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados, ou ainda R$ 5,2 milhões a cada hora.
Já as despesas comerciais, que incluem as comissões pagas aos corretores de seguros, cresceram 8,6% entre os dois períodos, somando R$ 12,1 bilhões no primeiro semestre deste ano.
9 de agosto de 2017
O mercado de seguros faturou pouco menos de R$ 49,5 bilhões no primeiro semestre. Segundo dados da Susep, essa soma representa um crescimento nominal de apenas 2,2% em comparação aos seis primeiros meses do ano, abaixo, inclusive, da variação das taxas de inflação no nos dois períodos comparados
Esses valores incluem o VGBL, mas, não foram computados o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); os planos de previdência privada complementar aberta e a capitalização.
O desempenho apenas razoável do setor foi favorecido pela queda da taxa média de sinistralidade, de 51% para 49%, entre junho de 2016 e o mesmo mês no atual exercício. Além disso, entre os dois períodos comparados, houve uma redução de 3,6% dos sinistros ocorridos, para pouco menos de R$ 22,7 bilhões.
Isso significa que, nos cinco primeiros meses do ano, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 126 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados, ou ainda R$ 5,2 milhões a cada hora.
Já as despesas comerciais, que incluem as comissões pagas aos corretores de seguros, cresceram 8,6% entre os dois períodos, somando R$ 12,1 bilhões no primeiro semestre deste ano.
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