Geral
26 de abril de 2017
Autoridades do Detran-SC e das áreas de Segurança Pública e Tecnologia da Informação do Estado vizinho vieram a Porto Alegre, nesta semana, conhecer o sistema gaúcho de desmanche de veículos, capitaneado pelo Detran-RS.
Durante os dois dias de trabalhos (18 e 19); os visitantes puderam conhecer o modelo gaúcho de ponta a ponta, desde a base informatizada de registro de peças até as instalações de um Centro de Desmanche de Veículos credenciado (CDV). Também acompanharam a Operação Desmanche e conheceram o trabalho de trituração de sucatas veiculares.
Colaboradores do Detran-RS e da Procergs apresentaram aos visitantes a base informatizada que assenta todo o arsenal de quatro milhões de peças disponíveis nos 268 CDVs gaúchos. O diretor técnico do Detran-RS, Mauro Borges Delvaux, explicou que “cada peça cadastrada no sistema é única e, assim sendo, seu histórico é necessariamente rastreável, inclusive com acesso às informações de seu veículo de origem”.
Também foi apresentado à comitiva o portal Consulta Peças, através do qual o cidadão pode verificar a disponibilidade de quaisquer itens veiculares em estoque nos CDVs. “Temos uma plataforma integrada, em que o sistema-base alimenta automaticamente o portal na internet quando uma nova peça é cadastrada” destacou a chefe da Divisão de Desmanches, Amanda da Rosa.
Em Novo Hamburgo, o Detran-RS demonstrou aos catarinenses a rotina de operação de um desmanche credenciado, incluindo o cadastramento de itens no sistema e todo o trabalho de triagem, organização e etiquetagem das peças – que são comercializadas somente com a emissão de nota fiscal eletrônica.
A comitiva acompanhou ainda o trabalho de fechamento de um desmanche clandestino em Parobé e pôde conhecer o trabalho de trituração de sucatas realizado pela siderúrgica conveniada com o Detran-RS para o serviço, a Gerdau. “Trata-se da destinação ambientalmente correta dos materiais apreendidos na Operação Desmanche e daqueles abandonados nos pátios dos Depósitos, que passam a reintegrar o ciclo produtivo”, destaca o diretor técnico.
Para o coronel Marcos Vinícius Bedretchuk, presidente da Comissão Estadual de Leilão do Detran-SC, “a ideia é regulamentar a atividade de desmonte veicular em solo catarinense, com a implantação de uma base informatizada e de um modelo operacional e fiscalizatório similar ao do RS, colaborando assim para a redução dos índices de furtos e roubos de veículos em Santa Catarina”.
O diretor-geral do Detran-RS, Ildo Mário Szinvelski, observa que “todo o trabalho de credenciamento realizado desde a publicação da Lei dos Desmanches, combinado com os esforços de fiscalização, certamente repercutem na redução de furtos e roubos de veículos que vem sendo observada no Rio Grande do Sul”. Sublinha ainda que “o Detran-RS segue à disposição para auxiliar no processo de implantação do sistema no Estado vizinho”.
26 de abril de 2017
Ideia é regulamentar serviços no Estado vizinho
Autoridades do Detran-SC e das áreas de Segurança Pública e Tecnologia da Informação do Estado vizinho vieram a Porto Alegre, nesta semana, conhecer o sistema gaúcho de desmanche de veículos, capitaneado pelo Detran-RS.
Durante os dois dias de trabalhos (18 e 19); os visitantes puderam conhecer o modelo gaúcho de ponta a ponta, desde a base informatizada de registro de peças até as instalações de um Centro de Desmanche de Veículos credenciado (CDV). Também acompanharam a Operação Desmanche e conheceram o trabalho de trituração de sucatas veiculares.
Sistema informatizado
Colaboradores do Detran-RS e da Procergs apresentaram aos visitantes a base informatizada que assenta todo o arsenal de quatro milhões de peças disponíveis nos 268 CDVs gaúchos. O diretor técnico do Detran-RS, Mauro Borges Delvaux, explicou que “cada peça cadastrada no sistema é única e, assim sendo, seu histórico é necessariamente rastreável, inclusive com acesso às informações de seu veículo de origem”.
Também foi apresentado à comitiva o portal Consulta Peças, através do qual o cidadão pode verificar a disponibilidade de quaisquer itens veiculares em estoque nos CDVs. “Temos uma plataforma integrada, em que o sistema-base alimenta automaticamente o portal na internet quando uma nova peça é cadastrada” destacou a chefe da Divisão de Desmanches, Amanda da Rosa.
Saídas de campo
Em Novo Hamburgo, o Detran-RS demonstrou aos catarinenses a rotina de operação de um desmanche credenciado, incluindo o cadastramento de itens no sistema e todo o trabalho de triagem, organização e etiquetagem das peças – que são comercializadas somente com a emissão de nota fiscal eletrônica.
A comitiva acompanhou ainda o trabalho de fechamento de um desmanche clandestino em Parobé e pôde conhecer o trabalho de trituração de sucatas realizado pela siderúrgica conveniada com o Detran-RS para o serviço, a Gerdau. “Trata-se da destinação ambientalmente correta dos materiais apreendidos na Operação Desmanche e daqueles abandonados nos pátios dos Depósitos, que passam a reintegrar o ciclo produtivo”, destaca o diretor técnico.
Redução da criminalidade
Para o coronel Marcos Vinícius Bedretchuk, presidente da Comissão Estadual de Leilão do Detran-SC, “a ideia é regulamentar a atividade de desmonte veicular em solo catarinense, com a implantação de uma base informatizada e de um modelo operacional e fiscalizatório similar ao do RS, colaborando assim para a redução dos índices de furtos e roubos de veículos em Santa Catarina”.
O diretor-geral do Detran-RS, Ildo Mário Szinvelski, observa que “todo o trabalho de credenciamento realizado desde a publicação da Lei dos Desmanches, combinado com os esforços de fiscalização, certamente repercutem na redução de furtos e roubos de veículos que vem sendo observada no Rio Grande do Sul”. Sublinha ainda que “o Detran-RS segue à disposição para auxiliar no processo de implantação do sistema no Estado vizinho”.
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