5 de dezembro de 2016
Clube catarinense irá cumprir com teto de R$ 1,2 milhão, segundo O Estado de S. Paulo
Em meio à tristeza causada pela tragédia com o avião da Chapecoense, o clube catarinense se movimenta para que os familiares das vítimas recebam o seguro dos atletas. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o valor pago corresponderá a um ano de salário do jogador, multiplicado pelo contratado na apólice, mais R$ 5 mil de auxílio funerário.
O teto a ser pago pelo clube é de R$ 1,2 milhão por atleta. Cléber Santana era o único entre os 19 jogadores que faleceram no acidente que ganhava mais de R$ 100 mil por mês. A apólice vale, também, para casos de invalidez total ou paricial. O goleiro Jackson Follman, que teve uma das pernas amputada, é um desses casos.
O velório coletivo dos atletas da Chapecoense acontecerá neste sábado (3) e ainda não tem horário definido. Os corpos devem ser velados por quatro horas e, então, liberados para as famílias levarem aos seus respectivos estados.
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