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Por que investir em um plano de previdência privada agora?

Aplicação também é uma alternativa para quem quer complementar a aposentadoriaJá pensou em investir em um ...



Geral
22 de novembro de 2016

Aplicação também é uma alternativa para quem quer complementar a aposentadoria

Já pensou em investir em um plano de previdência privada? Segundo especialistas, com o fim do ano chegando, as vantagens de cogitar e executar essa ideia ficam ainda maiores, afinal, além de poder fazer investimentos com o 13º salário, também é possível, por exemplo, reduzir o Imposto de Renda (IR). Mas atenção: o dinheiro aplicado tem de estar no plano até o dia 30.

“Fazendo um plano de previdência privada até essa data é possível reduzir em até 12% a renda anual sujeita a pagamento de imposto”, afirma Sérgio Prates, diretor da regional Minas Gerais da Icatu Seguros, seguradora especializada em previdência privada. Para isso, no entanto, é preciso que a pessoa contrate o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL); indicado para quem faz a declaração completa de Imposto de Renda.

A previdência privada também oferece outras modalidades de plano, como o Vida Gerador Benefício Livre (VGBL). “Esse plano é indicado àqueles que são isentos de imposto de renda ou fazem a declaração simplificada”, explica Prates.

Ele também ressalta que, atualmente, independentemente do plano adotado, a previdência privada é vista como um complemento da previdência social, permitindo, entre muitas outras coisas, qualidade de vida e tranquilidade futura. “A previdência privada é encarada como uma opção de investimento de longo prazo que, juntamente com a aposentadoria, gera mais conforto financeiro para os clientes”, comenta. “Os planos oferecem diversas opções de mensalidade. Alguns, por exemplo, saem a R$ 100 a parcela”, completa.

Sobre qual modalidade mais indicada, Prates frisa que é a aquela que mais se enquadra ao perfil de cada usuário. “Bem orientada por um corretor de seguros especialista em previdência ou por uma instituição reconhecida, a pessoa poderá obter o retorno financeiro esperado”, garante.

Cuidados. Porém, de acordo com Prates, antes de optar por um tipo de investimento é preciso ter disciplina financeira. “Ao fazer um investimento, a pessoa tem que ter em mente que aquele dinheiro é para ser gasto no futuro, então não deve ser retirado durante eventuais emergências”, menciona.

Ainda segundo ele, ao aderir à previdência privada, a pessoa precisa estar atenta a todas as taxas existentes, inclusive as relacionadas à quebra de contrato. “Se o dinheiro for retirado fora do prazo que é estipulado pelo plano, normalmente, há uma cobrança. A previdência privada também envolve duas taxas: a de administração, que é paga à gestora do fundo de investimento, e a de carregamento, que é cobrada no momento da contratação e toda vez que o dinheiro é retirado da conta. Normalmente, essa última não ultrapassa 5% sobre o valor de cada contribuição feita”, diz.

Prates explica ainda que o cliente tem que atentar para a tabela progressiva ou para a regressiva de IR que vai ser aplicada no momento da renda ou do resgate, pois elas podem ser bem diferentes dependendo do montante em consideração. “Para isso, é necessário consultar um corretor especialista”, orienta.

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