8 de janeiro de 2016
Três das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 24 ramos pesquisados estão negativos, diz IBGE
A produção industrial brasileira registrou queda de 8,1% no acumulado de janeiro a novembro. Na passagem de outubro para novembro, o recuo foi de 2,4%, o sexto resultado consecutivo frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais. Esta queda ocorrida em novembro foi a mais intensa desde dezembro de 2013 (-2,8%). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Brasil (PIM-Brasil); divulgados nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Na comparação com novembro do ano passado, sem ajuste sazonal, a produção industrial baixou 12,4% - neste caso, a 21ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a mais acentuada desde abril de 2009 (-14,1%).
Na taxa anualizada, o indicador acumulado nos últimos 12 meses é negativa em 7,7%, assinalando a perda mais intensa desde novembro de 2009 (-9,4%) e mantendo a trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%). Segundo o IBGE, a queda de 2,4% de outubro para novembro reflete o predomínio de resultados negativos no parque fabril do país, atingindo três das quatro grandes categorias econômicas e 14 dos 24 ramos pesquisados.
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