2 de dezembro de 2015
Segundo levantamento, taxa é mais visada por assaltantes devido à exposição Uma análise de ocorrências policiais desde abril do ano passado aponta que pessoas entre 18 e 25 anos têm chance 10% maior do que a média de ter o celular furtado ou roubado. A seguir, aparecem cidadãos na faixa até 35 anos. No outro extremo, está quem tem 60 anos ou mais, com risco 40% menor do que a média.
É o que revela o levantamento da corretora Bem Mais Seguro, com base no que acontece com o smartphone de seus segurados de acordo com a faixa etária.
Algumas possíveis explicações para a faixa etária até 25 anos ser a mais visada por assaltantes é que os jovens se expõem mais a situações de risco, utilizando o aparelho com frequência em lugares públicos e se tornando alvos fáceis para os ladrões, conforme a seguradora.
Os adultos entre 46 e 59 anos têm 11% mais chances do que a média de acionar o seguro devido a acidentes com o smartphone, como quebra de tela ou queda de líquido. Na sequência, a faixa de 36 a 45 anos aparece com risco 3% maior de danificar o aparelho.
Nesse contexto, os adultos se mostram menos cuidadosos com o celular. Outra análise possível é que os mais novos não se importam de ficar com a tela quebrada, por exemplo, enquanto os mais velhos acionam rapidamente o seguro para solucionar o problema.
Precaução
“Independentemente da idade, a melhor forma de evitar preocupações com o smartphone é fazer um seguro que cubra roubo e furto qualificado, quebra acidental e queda de líquido. A recomendação vale ainda mais para as faixas etárias visadas por ladrões ou que danificam o celular com frequência”, indica Marcello Ursini, presidente da Bem Mais Seguro. A empresa oferece seguros a partir de R$ 20,70 por mês e é possível fazer cotações pelo site https://bemmaissegu ro.com/seguro-celular.
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