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Entre apólices e afeto: paternidade transforma visão de mercado para executivo da Sompo

Gerente Regional da seguradora no Rio Grande do Sul, Renato Comarin, fala sobre os desafios de conciliar a ...



Especial: Dia dos Pais
7 de agosto de 2026

Por Isabela Zampiron | Seguro Gaúcho
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Com mais de 30 anos de mercado segurador, Renato Comarin, Gerente Regional da Sompo no Rio Grande do Sul, viu o setor por praticamente todos os ângulos possíveis. Passou pelas áreas financeira, de cosseguro e de sinistros antes de migrar para o comercial, área em que atua há 19 anos em contato direto com corretores. Mas foi a paternidade, segundo ele, que mudou definitivamente a forma como encara a profissão.

“Sempre enxerguei o mercado de seguros como um pilar importante para a sociedade, ajudando a recompor perdas inesperadas. No entanto, depois de me tornar pai, percebi que ele representa muito mais do que isso: é um investimento na tranquilidade e na segurança do futuro dos nossos filhos”, afirma.

Presença que vale mais que tempo

Para o executivo, conciliar a rotina intensa do mercado segurador com a criação das duas filhas exige escolhas diárias. Ele reconhece que a missão é desafiadora, mas defende que qualidade supera quantidade quando o assunto é convivência familiar.

“O mais importante é estar verdadeiramente presente quando se está com os filhos, dedicando corpo e alma a esses momentos. O que tem valor é a intensidade da convivência, e não apenas a quantidade de tempo”, avalia. Ainda assim, Comarin se diz privilegiado por conseguir equilibrar as duas dimensões: “Consegui e continuo conseguindo conciliar qualidade e quantidade de tempo ao lado das minhas duas filhas, que estão sempre presentes na minha vida.”

Esse equilíbrio, no entanto, nem sempre foi simples. O gerente relembra momentos em que precisou optar entre um compromisso profissional e um momento em família, e não hesita ao avaliar as escolhas feitas. “Hoje, ao olhar para trás, tenho a convicção de que fiz o certo: escolhi a família”, diz.

Empatia como aprendizado profissional

Se a rotina de pai exige renúncias, ela também trouxe ferramentas que Comarin passou a aplicar no ambiente corporativo. Segundo ele, a paternidade ensinou a exercitar a empatia e evitar decisões impulsivas. “É fundamental compreender todo o contexto antes de agir”, explica. O executivo também destaca outro aprendizado que atravessa a esfera pessoal e profissional: o fortalecimento do respeito e da admiração pelas mulheres, que ganham cada vez mais espaço e protagonismo em diferentes mercados, incluindo o segurador.

Essa transmissão de valores entre gerações, aliás, é algo que Comarin carrega como herança de seu próprio pai. Resume em uma frase o ensinamento que guia tanto sua vida pessoal quanto sua atuação profissional: “Por mais que você represente um CNPJ, nunca faça nada que contrarie o seu CPF.”

Uma palavra para definir tudo

Ao ser convidado a resumir a paternidade em uma única palavra, o gerente regional não hesita: “Amor.”

 





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