8 de maio de 2015
Qualquer empreendedor que queira ter sucesso precisa estar atualizado. Mas a correria do dia a dia nem sempre permite isso. Fato ou desculpa? Pior que a falta de tempo é a arrogância de alguns profissionais em acharem que sabem tudo. “O pior prejuízo causado por esse sentimento é que, por pensarem que sabem tudo, tentam resolver problemas sozinhos e acabam só complicando e comprometendo a defesa dos direitos do segurado”, diz o professor Gilberto Tadiello, que além de dar aulas na Funenseg, presta assistência técnica e jurídica a corretores e segurados.
O Corretor precisa ser honesto consigo mesmo e analisar seus métodos de trabalho e sua carreira. Essa análise permitirá perceber o que está bom e, principalmente, o que está ruim e precisa ser mudado. E sempre que paramos para perceber o dia a dia percebmos que dá pra melhorar vários detalhes que, no final, melhoram em muito a produtividade.
Atualização dos produtos, reciclagem das informações e do próprio conhecimento, dos procedimentos da corretora, das seguradoras, enfim, uma reciclagem sempre deixa o Corretor mais “afiado”. Tadiello diz que o Corretor deve se fazer uma pergunta fundamental: “O que preciso rever e o que preciso aprender para melhorar meu trabalho?”. Feito isso, mãos à obra para verificar as ações necessárias para mudar o quadro. Afinal, não adianta tomar consciência e não agir. A sabedoria vem de transformar o conhecimento em ação.
Assim como a decisão de estudar, cabe ao Corretor que estilo vai escolher: a distância ou presencial? Mais uma vez a sinceridade e a auto análise serão ferramentas fundamentais. É disciplinado? Gosta de estudar? Essa resposta determinará o tamanho do curso, se será conceitual e com algumas horas de duração, ou mais aprofundado. Tem visão de empreendedor?
Associando o endereço e a disposição de estudar, o Corretor vai decidir o tipo (formação ou atualização) e se pode ser feito online – háum grande número desses cursos disponíveis no mercado – ou se prefere o presencial. “O que vai determinar o que é melhor é a vontade ou não de fazer o curso. “Não há pior castigo que fazer aquilo que você não gosta. Outro fator é o porquê estou estudando. Por obrigação ou por motivação? Conteúdo e método dependerão diretamente desses fatores”, opina Tadiello.
No curso online, talvez se percam conceitos, entendimentos, afinal o aluno estásóe entendendo tudo do seu jeito. Nem sempre pode estar certo. Do outro lado, no curso presencial os próprios participantes pensam e entendem diversamente, permitindo maiores esclarecimentos. “Se professor e conteúdo foram bons e o aluno estava comprometido, o aluno do curso presencial foi motivado, ampliou sua visão, passou a pensar livremente, a ter boa argumentação técnica e atélegal para defender seus clientes e nem sempre isso épossível em cursos online”, revela Tadiello.
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