Grupo vai reforçar distribuição de produtos de previdência privada fora da rede bancária
O jornalista Sergio Tauhata, do Valor, conta que alcançar R$ 100 bilhões em arrecadação em 2023 é uma “esperança”, afirma o presidente do grupo, Ivan Gontijo. O executivo frisa não se tratar de uma meta, afinal, o número não faz parte do “guidance” oficial da companhia. Trata-se, segundo o CEO, de uma ambição. Alcançar a marca psicológica seria uma realização inédita ou, pelo menos, jamais atingida ao longo dos últimos 20 anos pelo maior conglomerado de seguros, saúde, previdência privada e capitalização do país.
Ainda que classifique o resultado de 12 dígitos como uma esperança, a marca tem grande chance de se concretizar neste ano. Os números da companhia e o próprio guidance oficial sinalizam fortemente essa possibilidade. As receitas totais da Bradesco Seguros atingiram R$ 95,4 bilhões em 2022. Isso significa que o caminho aos R$ 100 bilhões será percorrido com avanço de 5%.
Se a companhia se mantiver no piso do guidance de 2023, a cifra será alcançada. A projeção oficial deste ano, segundo a seguradora do Bradesco, prevê um crescimento entre 6% e 10%. No primeiro trimestre, a Bradesco Seguros apresentou expansão de faturamento acima da meta, com alta anual de 13%, para R$ 25 bilhões.
Para falar sobre o momento atual do grupo e as estratégias de crescimento futuro, Gontijo reuniu a cúpula da holding Bradesco Seguros para uma conversa exclusiva com o Valor. Segundo o presidente da seguradora, trata-se da primeira vez que todos os CEOs conversaram com um veículo de mídia juntos, grupo que incluiu os diretores-presidentes da Bradesco Vida e Previdência, Jorge Nasser; da Bradesco Saúde e Mediservice, Manoel Peres; da Bradesco Auto/RE (Bare); Ney Dias; e o diretor-geral da holding, Roberto Chamberlain.
O executivo afirma que o grupo vai investir até R$ 1 bilhão em capacitação de funcionários, colaboradores e corretores. “Nosso canal de rede [de agências do Bradesco] é relevante, como uma seguradora vinculada a um banco, mas temos uma visão de que o canal corretor vai ter papel cada vez maior como verdadeiros consultores de seguros”, diz. A base de corretores do grupo alcança 40 mil profissionais.
Leia a íntegra da matéria no portal do Valor Econômico.
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