Os investimentos na estruturação do Open Insurance, considerando-se um universo de 65 empresas participantes, deverão totalizar cerca de R$ 650 milhões. A estimativa foi feita pelo diretor-presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, ao participar da live “A nova administração da CNseg”, transmitida pela Apólice TV, canal da Revista Apólice no YouTube.
Segundo ele, a regulamentação do Open Insurance ainda precisa de ajustes, principalmente em termos de prazos de implementação e em relação a produtos que devem ter os dados abertos, para atingir seus objetivos, como o de ampliar a concorrência das empresas e o nível de proteção das mais variadas faixas de públicos.
Oliveira assegurou que tais ajustes não são protelatórios. “Dependemos de pequenos ajustes, necessários para alcançar os objetivos pretendidos e evitar gastos desnecessários”, argumentou o presidente da CNSeg.
Na live, Oliveira demonstrou otimismo quanto ao desempenho do setor em 2022. Na visão dele, mesmo diante de um cenário de incertezas, a arrecadação do setor deve novamente atingir a casa de dois dígitos, “oscilando entre 13% e 15%”.
Ele acredita que essa expansão será suficiente para o mercado brasileiro ampliar sua participação no PIB, hoje oscilando em torno de 6,5%.
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