‘A importância da autorregulação para o mercado e como pode favorecer os corretores de seguros’ foi o tema central do evento promovido pelo Sincor-BA nesta quinta-feira (12). O assunto foi debatido pelo presidente da Fenacor, Armando Vergílio que defende este caminho para fortalecer o mercado brasileiro de seguros.
O presidente da Fenacor enfatizou em seu discurso, como a pandemia trouxe a importância dos corretores de seguros para a população, pois com a crise mundial, as pessoas recorrem ao seguro para ter amparo e assistência.
Armando Vergílio comentou também que hoje a Susep está sendo comandada por pessoas que conhecem o mercado e que sabem quais são as reais necessidades de cobertura e proteção para a sociedade. “Com a pandemia e as mudanças feitas no órgão regulador, o mercado tem atingido uma certa maturidade e agora temos que avançar na questão da autorregulação”.
Armando Vergílio enfatizou que a autorregulação foi criada pela lei complementar 137, para ser uma melhoria no ambiente regulatório, proposta pelo ministério da economia, que passou para o congresso nacional e foi aprovada na Câmara e Senado. “Foi sancionada e ainda não implementada na prática. Mas se for, poderá ampliar a estrutura da Susep, além de representar sua verdadeira reestruturação no curto prazo, desonerando o governo e melhorando a eficácia do estado.”
O presidente da Fenacor ainda reforçou que a autorregulação é importante para a implementação de uma verdadeira supervisão em relação aos corretores de seguros.
Além de representar para o Governo e para a Susep uma economia de tempo e eficácia, pois é uma grande saída e solução para o mercado como um todo e para o consumidor, principalmente o setor de seguros que vive de credibilidade e confiança.
“Não avançar corretamente com o instituto da autorregulação é querer amarrar o desenvolvimento do próprio setor, não pensar nos consumidores, é não querer proteger e preservar os direitos e garantias dos segurados”, enfatizou.
Para finalizar, Armando Vergílio relatou que tanto o Governo quanto a Susep sabem que tem que se partir para uma auto regulação ampla, principalmente em relação aos corretores de seguros. “É preciso reposicionar também o profissional para ser a solução que o consumidor precisa, principalmente para a proteção financeira. Ele tem que ampliar o seu objeto de atuação, para ser fundamental para o novo mercado”, finalizou.
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