A CEO da Liberty Seguros, Patricia Chacon, participou da segunda live do Circuito que está sendo realizada pela Escola de Negócios e Seguros. A conversa, sobre ASG e o Futuro do Seguro no Brasil, foi dirigida por Maurício Leite, professor da Escola, e Maria Helena Monteiro, Diretora de Ensino Técnico da instituição.
Foi colocado pela executiva que a pauta ASG é extremamente importante dentro da Liberty. “Desenvolvemos o programa Liberty Mais Sustentável usando os princípios das Nações Unidas. Temos uma parte, inclusive, focada no ambiental”. Patrícia explicou que a companhia tem trabalhado na questão da emissão de carbono. “Em 2020 e 2021 nós neutralizamos o carbono emitido pelos nossos guinchos. Ano passado foram 6 mil toneladas neutralizadas através de créditos”, disse.
Mais uma ação desenvolvida pensando em questões ambientais é a digitalização de alguns processos “Sempre nos perguntamos se na hora de boas vindas dos clientes, enviamos a carteirinha e uma carta. Depois, perguntamos a nossos clientes como eles queriam receber essas boas vindas”, explicou.
Outra frente desenvolvida pela Liberty Seguros atinge questões social. “A gente vive em um país onde o nível de pobreza é percebido pelas companhias. Durante a pandemia, 97 milhões de pessoas no mundo voltaram à pobreza extrema”, pontuou. Um dos onze projetos apoiados, então, nesse sentido, é o Centro Educacional Assistencial Profissionalizante, CEAP. “Trabalhamos com jovens em situação de risco, mas não apenas com doação, mas também usamos nosso conhecimento. Jovens saem desse programa e vão trabalhar em corretoras, e seguradoras. Já fui mentora do programa há alguns anos”.
Por outro lado, assuntos como diversidade, equidade e inclusão também estão presentes no dia-a-dia da seguradora. “É um grande foco da Liberty. Aqui no Brasil acontece através de grupos de afinidade, eles discutem, por exemplo, os temas “Descapacidade, Mulheres, PRIDE – voltado para o público LGBTQI+”. Esses grupos trazem sugestões e ideias de mudanças”.
Patrícia também abordou, durante a live, questões relacionadas à governança. Segundo ela, existem princípios a serem seguidos. “Pensamos sempre em fazer a coisa certa. Se a gente pensar em fazer um plano financeiro e, para isso, temos que abrir mão da ética e da dignidade, o plano está errado. Isso se desdobra em várias frentes, como em treinamentos anticorrupção. Também temos a semana de compliance, através da qual os controles internos são celebrados”.
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