Mais uma vez o diretor do Seguro Gaúcho, Luiz Felipe Paradeda, participou do programa Mesa Redonda do Seguro no canal do CQCS no Youtube, na tarde quinta-feira, 29 de julho. Junto a profissionais da mídia ligados ao mercado segurador, Paradeda entrevistou o novo presidente do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Marco Antônio Gonçalves. O entrevistado explanou sobre a pandemia, perspectivas para o mercado de seguros brasileiro e o segmento de vida e saúde.
Em seu primeiro questionamento Paradeda argumentou que a cobertura do seguro de vida apresentava certo crescido ao longo dos anos, mas foi só com o aparecimento da pandemia. E em função dessa realidade que assola todo o planeta, o diretor do Seguro Gaúcho perguntou de que forma é possível o desenvolvimento do trabalho em coberturas assessórias da carteira de vida que contemplem assistência funeral, cirurgias e tratamentos médicos, entre outros.
Ao responder o questionamento de Paradeda, Marco Antônio argumentou que com a pandemia o seguro de vida mostrou-se muito efetivo, embora desde 2017 já tinha assumido a liderança das carteiras de seguros no mercado brasileiro: “existia certo tabu na compra do seguro de vida, mais isso estava se modificando nos últimos anos. Com o surgimento do novo coronavírus a morte mostrou-se mais próxima de todos, fazendo com que as pessoas repensassem seus planejamentos e incluíssem coberturas que amparassem e deixassem mais protegidos seus familiares”.
O executivo ressaltou que em relação as coberturas de invalidez por acidente e doença,.ele recomenda aos clientes que contratem apólices que contemplam valores de indenização significativamente maiores do que na morte natural: “o objetivo de meu aconselhamento é para possibilitar ao segurado custear suas despesas e mantê-lo de forma digna sem depender de ninguém”.
Embora tenha sido registrado aumento na procura pelo seguro de vida, o novo presidente do Conselho Consultivo da MAG disse que apenas 4% da população no Brasil possui algum tipo de cobertura da modalidade: “é preciso focar também a geração de renda, porque a expansão do mercado só acontecerá quando as pessoas têm condições financeiras”.
Paradeda disse ter sido inegável o fato de que a pandemia aumentou o patamar de conscientização das pessoas sobre os riscos individuais. Diante dessa afirmação, ele perguntou de que forma as seguradoras e empresas do setor deverão conduzir suas ações para que ao término do isolamento social, a sociedade continue a perceber a importância de consumir seguros de proteção pessoal, principalmente em relação a terceira idade? O executivo da MAG respondeu que no Brasil e no mundo a longevidade vem crescendo a cada ano e devido a isso o público da terceira idade está se tornando um público importantíssimo para qualquer atividade econômica, inclusive o segmento de seguros: “o corretor necessita se preparar para essa nova realidade e as companhias seguradoras devem ter produtos e serviços que atendam a essa demanda”.
Além de Paradeda também participaram do programa os jornalistas Kelly Lubiato, Revista Apólice; Mário Neto, CBN Recife; Carla Boaventura, CQCS; Sérgio Carvalho, JNS; e Jorge Clapp.
Saiba mais
Marco Antônio Gonçalves é graduado em Direto e foi o 1º vice-presidente do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg SP). Ele está há mais de 40 anos no mercado segurador, tendo dedicando sua carreira à criação, gestão e especialização de modelos de negócios, modelos de distribuição, e de desenvolvimento e adaptação de produtos, em diversos ramos de Seguros e Previdência Privada.
O executivo já fazia parte da MAG Seguros como vice-presidente. Criado em 2019 pela Seguradora, o Conselho Consultivo é composto por profissionais experientes e renomados no mundo dos negócios, do seguro, da academia, da economia e da política.
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