Leia o Comunicado Oficial divulgado pela FENACOR.
A FENACOR informa e anuncia que está estudando a adoção de medidas legais e judiciais eventualmente cabíveis, contra os responsáveis pela disseminação de inverdades e aleivosias que tiveram como alvo o presidente desta Federação, Armando Vergilio, e a própria imagem da instituição, referentes ao processo de recadastramento dos corretores de seguros.
A Federação esclarece que, quando a direção da Susep lançou, abrupta e açodadamente, em pleno início da pandemia, a Circular 602/20, tornando obrigatório o recadastramento dos corretores de seguros, em um sistema comprovadamente falho, frágil e sujeito a fraudes e manipulações, fez o alerta dos sérios danos que tal decisão poderia ocasionar.
A FENACOR, inclusive, para defender e resguardar os interesses dos corretores de seguros, recorreu à Justiça, processo que ainda está sub judice.
Além de ajuizar essa questão, e até para futuramente comprovar as inúmeras falhas desse sistema, o presidente desta Federação, como não poderia ser diferente, se dispôs e decidiu ser um dos primeiros a fazer o recadastramento, em 27 de abril de 2020, tendo o cuidado de registrar e comprovar esse ato, que inclusive foi realizado por terceiros autorizados, com o devido registro oficial em ata notarial do 10º Ofício de Notas do Rio de Janeiro, fato este que comprovava não apenas o recadastramento, mas também o total cumprimento das regras estabelecidas pela Circular 602/20.
Naquela ocasião, algumas pessoas, desinformadas ou, mais provavelmente, mal intencionadas, o criticaram acidamente e também a outros dirigentes sindicais, alegando uma inexistente contradição, já que a orientação das entidades era no sentido dos corretores aguardarem para cumprirem os respectivos recadastramentos, sendo esclarecido que a decisão tinha exatamente a função de comprovar e indicar as falhas do sistema.
Tanto é que os fatos acabaram comprovando essas falhas, como se esperava. Prova disso foi que, até o final do recadastramento, o presidente Armando Vergilio constava como “RECADASTRADO” e não recebeu até então qualquer comunicado da Susep sobre o seu recadastramento, o que indicava então que o processo estava correto e havia sido concluído com êxito. Mas, depois do fim do prazo fixado pela própria Susep para o recadastramento dos corretores de seguros, de forma incompreensível, o registro profissional do presidente da FENACOR apareceu agora como “suspenso”.
Assim, há motivos suficientes para se concluir que o sistema é realmente falho e frágil ou, ainda, o que seria muito mais grave e, preferimos não acreditar, que houve (e está havendo) uma perseguição pessoal e política contra a figura do presidente da FENACOR.
Dessa forma, repisando, estamos estudando a possibilidade de adoção das medidas judiciais cabíveis, inclusive contra aqueles que, leviana e irresponsavelmente, espalham, compartilham e fazem comentários caluniosos, lesivos e difamatórios nas redes sociais e assim disseminam informações equivocadas e inverídicas, não se sabendo com qual intuito, que podem ser consideradas gravemente ofensivas, injuriosas e danosas à imagem da FENACOR e do presidente desta instituição.
Por fim, a Federação refuta e lamenta que profissionais do mercado de seguros façam circular e disseminem tais desinformações, sem buscar primeiro a verdade sobre o que, de fato, ocorreu, prejudicando toda a categoria e a instituição.
A esses profissionais lembramos que a honra é um bem tutelado pela Constiuição e que ataques desse tipo são inaceitáveis e, portanto, passíveis de punição ao ofensor por parte do Estado, que tem obrigação precípua de tutelar a individualidade de cada pessoa.
VEJA TAMBÉM
Iniciativa reuniu mulheres para discutir investimentos, formação de patrimônio, previdência e proteção fin ...
Última prova do ano será realizada no dia 29 de novembro, no Complexo Turístico da Ponta Negra, às margens ...
Palestra promovida pela SulAmérica reuniu mulheres na sede do SindsegSC para falar sobre saúde.






