O CQCS noticiou, através de uma matéria publicada no site Metrópoles, que o médico Wilian Pires, segundo as investigações, forjou o incêndio que destruiu um barco de luxo de 50 pés para receber a indenização do seguro.
Ontem, 17, o site Metrópoles informou que investigadores da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF) da Polícia Civil do Distrito Federal identificaram que o cirurgião plástico embolsou R$ 1,2 milhão de uma seguradora 40 dias após comprar a lancha avaliada em R$ 750 mil. A embarcação foi adquirida pelo médico por R$ 490 mil, segundo as apurações da polícia.
Ainda segundo o site, os policiais da Coordenação de Repressão a Crimes Patrimoniais (Corpatri) chegaram até o médico após notarem um depósito de R$ 900 mil feito por ele em uma conta bancária que pertencia a um dos integrantes da associação criminosa investigada no âmbito da ”Navio Fantasma”.
Outro ponto que está sendo investigado é a possibilidade de a associação criminosa manter contatos dentro da empresa, já que o seguro havia sido firmado em R$ 2 milhões, valor muito acima do praticado pelo mercado.
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