O presidente da Autoglass, Fernando Carreira, participou da Live do CQCS no Youtube, na última quinta-feira, 30. Carreira e o fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho, conversaram sobre a forma com a qual a pandemia do novo coronavírus atingiu a empresa e sobre os produtos oferecidos pela companhia.
Fernando comparou a chegada do isolamento social a um tsunami, ele explicou que, a princípio via tudo muito de longe, mas que começou a ganhar força quando viu seus parceiros de negócios tomarem certas atitudes. “Começamos a fazer o home office aos poucos, mas tivemos que acelerar esse processo”.
A autoglass já possui um sistema de contingência contra crises, de modo que, já estava preparada para os efeitos da COVID-19. “Temos sistema de contingência se houver greve da polícia, de ônibus, interna, para incêndio, para produtos. Na greve dos caminhoneiros, em 2018, por exemplo, nenhum atendimento nosso foi afetado porque a rede tem um abastecimento para entender até dois meses de greve”.
Em oito anos, a Autoglass lançou 16 produtos no mercado. “Temos o serviço que oferece reparado a lataria e pintura, por consequência ao para-choque e tem o ‘martelinho’ dentro dele. Esse pequeno dano está fora da cobertura securitária, então temos um pacote amplo, que chamamos de proteção à lataria e pintura”.
O executivo também conversou com Gustavo que os produtos da Autoglass têm trazido muito mais facilidade ao segurado no dia-a-dia, como a proteção para pneu e roda “Se você olhar a contratação disso (pneu e roda) é muito barata, nós temos estradas muito ruins, o que facilita esse tipo de sinistro”.
“Temos o cuidado de atender à seguradora de acordo com o que ela oferece, se ela quiser uma proteção a mais ou a menos, se ela quiser só o básico, com vidro, ou o plano vip, com tudo, é adequado de companhia para companhia. Não temos produtos de prateleira, customizamos para cada um”, explicou Fernando sobre a disponibilidade dos produtos para as seguradoras do mercado.
Para o Corretor de Seguros, a Autoglass oferece dois pilares. “Um deles é levar a informação do produto, sobre o que cada um oferece. Ele é o especialista, é o técnico. O outro é entregar a promessa da venda. O que o Corretor vendeu? Proteção. a preocupação que temos é que tudo tenha um fluxo que caminhe naturalmente”.
Fernando também pontuou sobre a dificuldade enfrentada durante este período de crise. “Venda não está fácil, mas não vamos ficar de braços cruzados. Então deve-se vender não apenas o seguro, mas serviços que estão dentro deste produto”.
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