SulAmérica, Bradesco Seguros e Unimed promovem a prática esportiva para jogar para escanteio a preguiça
A Copa do Mundo no Brasil passou e as Olimpíadas, também. O legado que ficaria após a realização dos eventos esportivos pelo Brasil, pouco se viu. Seja no projeto urbano, no trânsito de pessoas ou até mesmo na utilização das arenas multiuso. O subaproveitamento, alinhado à má gestão de recursos, respingam naqueles que deveriam ser os mais beneficiados disso, a população.
Na contramão, o mercado de seguros é campeão na promoção de eventos que valorizam a prática esportiva. A SulAmérica, por exemplo, promove a Night Run, uma competição que mistura corrida e música. “Acreditamos que a democratização do acesso ao lazer e à cultura são fundamentais para o desenvolvimento do bem-estar e da cidadania, dois temas de extrema importância para a seguradora”, comenta a superintendente de Eventos da companhia, Ana Marmo.
Famosa por patrocinar times de futebol, vôlei e basquete, a Unimed passa a tradição para as filiais da rede. A sucursal de Londrina segue os mesmos passos da matriz: além de incentivar os colaboradores a assistirem a Copa do Mundo de Futebol Feminino, colabora com desenvolvimento do esporte na região. “A Unimed Londrina sempre preza pelo bem-estar e a adoção de hábitos saudáveis e o esporte contribui muito para valorizar esses dois pilares da marca. Por isso, desenvolvemos ações para os nossos públicos que estimulam a prática de esporte e atividade física”, relata Omar Genha Taha, diretor-presidente da empresa.
Na promoção do Circuito da Longevidade, uma corrida de rua que passa por várias cidades brasileiras, o Grupo Bradesco Seguros não fica para trás na questão esportiva. A intenção do evento esportivo é levar um outro olhar sobre a melhor idade. “Para o Grupo, a longevidade tem a ver com estar bem, aprender constantemente, ter qualidade nas relações sociais e se preparar financeiramente para os muitos anos de vida que teremos pela frente. Tem a ver com o presente, com o agora, e não com o distante fim da vida”, revela Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo.
Segundo a Sociedade Europeia de Cardiologia, a atividade física entre os mais velhos produz vários benefícios, inclusive a diminuição em 50% do risco de problemas do coração em quem tem mais de 65 anos. “Este projeto busca sensibilizar a população brasileira sobre a importância da atividade, com provas de corrida (6km) e caminhada (3km); Fórum da Longevidade e o Diálogos da Longevidade, eventos que estimulam o debate sobre a longevidade e discussões de como conquistar um envelhecimento ativo”, alega Nogueira.
Sedentarismo
Um oponente difícil de ser batido nessa competição tem sido o sedentarismo. Segundo uma pesquisa do IBGE, pouco mais de 45% da população brasileira não pratica esportes. O número é ainda mais assustador quando analisamos por gênero, pois mais da metade das mulheres, 50,4%, não praticam esporte.
A mudança de hábitos na rotina pode acontecer nas coisas simples, como começar a andar mais a pé, descer um ponto de ônibus antes, ir de escadas ao invés de tomar o elevador etc. Tudo isso, ajuda na manutenção da condição física e das pazes com a balança. “A realização de exercícios físicos pode ser uma atividade prazerosa, basta você se arriscar e conhecer os que mais se encaixam em seu perfil e em sua rotina. Mudar um hábito pode parecer difícil, mas basta se esforçar um pouco que tudo é possível”, relata Taha.
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