Publicidade


Raios respondem por 35% dos sinistros no campo

Uma única descarga elétrica possui potencial de provocar grandes perdas ao pecuarista.O Brasil é o país on ...



12 de fevereiro de 2019

Uma única descarga elétrica possui potencial de provocar grandes perdas ao pecuarista.


O Brasil é o país onde caem mais raios no mundo. De acordo com o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat); ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); são cerca de 50 milhões por ano, sendo 90% no verão e na primavera.


E esta alta incidência de descargas elétricas vem gerando perdas para os produtores rurais. Um levantamento da Mapfre constatou que, nos últimos 3 anos, 35% de todos os acionamentos de sinistros em rebanhos segurados pela companhia são originados por causa de raios, ficando atrás somente de doenças em animais. As descargas, além de provocar a morte do animal, também comprometem instalações elétricas, causam incêndios em plantações e propriedades.


A superintendente executiva de Seguros Gerais da Mapfre, Patricia Siequeroli, indica que os produtores são muito afetados. “Apesar de ser a segunda maior causa de sinistros, os raios concentram mais perdas. As doenças, na maioria das vezes, são pontuais, enquanto que um raio pode causar a perda de mais de 100 animais em um único evento”, pondera. Isso porque o rebanho costuma ficar no pasto a céu aberto ou se proteger das chuvas debaixo de árvores, locais mais sujeitos a este tipo de evento.


Patricia aponta que o seguro rural continua sendo a melhor solução para garantir a proteção financeira do produtor. “Além da cobertura contra fenômenos naturais, como as descargas elétricas, as apólices rurais podem se estender a doenças, acidentes, entre ocorrências de outras naturezas”, enumera.


No campo ou na cidade, alguns cuidados podem ser tomados para evitar acidentes com raios:


Durante a tempestade sentiu a pele coçar e os pelos arrepiarem? Pode ser indício de mudança na atividade elétrica próxima a você, ou seja, raios por perto;
Procure abrigo em construções sólidas, como prédios, casas e túneis;
Saia de locais com água, amplos ou muito abertos, como piscinas, rios, praias, quadras, estacionamentos e descampados;
Não se abrigue em guarda-sóis, guarda-chuvas ou debaixo de árvores. Se não houver lugar seguro próximo, abaixe-se sentando nos calcanhares, abraçando os joelhos e com a cabeça baixa;
Afaste-se de equipamentos elétricos ligados na tomada, como celulares carregando e caixas de som. Cuidado ainda com objetos metálicos condutores de energia, como amplificadores e suporte de cartazes;
Se estiver de carro, permaneça no veículo, mas evite usar motos ou bicicletas.





Publicidade


VEJA TAMBÉM


mulher-corretora-de-seguros-e-com-mais-de-500-clientes-conheca-a-carreira-de-bruna-daniel
Mulher, corretora de seguros e com mais de 500 clientes: conheça a carreira de Bruna Daniel

Aos 34 anos, a corretora de seguros de Criciúma possui quase 10 anos de experiência.


de-biomedico-a-corretor-a-trajetoria-de-fabio-quideroli-no-mercado-de-seguros
De biomédico a corretor: a trajetória de Fabio Quideroli no mercado de seguros

Biomédico de formação, Fabio chegou ao mercado por acaso.


uma-nova-geracao-no-mercado-de-seguros-a-historia-de-marcelo-beduschi
Uma nova geração no mercado de seguros: a história de Marcelo Beduschi

Aos 29 anos, advogado e corretor de seguros conheceu o mercado por meio da mãe.









topo