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Novas possibilidades para o mercado de Seguro Auto são debatidas no Conec 2018

Os congressistas do Conec 2018 assistiram a palestra "O carro do futuro e o mercado de seguros" ...



28 de setembro de 2018

Os congressistas do Conec 2018 assistiram a palestra "O carro do futuro e o mercado de seguros" durante a manhã do segundo dia de congresso. O debate foi ancorado por Simone Martins, 1ª vice-presidente do Sincor-SP. A pauta principal da conversa foi a influência da tecnologia no Seguro Auto, além de abordar as mudanças que virão para o mercado automobilístico. 


As novas tecnologias podem ser utilizadas como suporte no ramo do seguro de automóveis. Foi o que afirmou Marcelo Blay, CEO da Minuto Seguros. Em seu discurso, abordou as inteligências artificais e indagou a plateia sobre o papel dos corretores perante as alterações tecnológicas, além de orientar sobre novas possibilidades de vendas. 


O Vice-Presidente Executivo da Toyota do Brasil, Miguel Fonseca, elucidou a plateia sobre os avanços da indústria automotiva, que segundo ele, passa por uma grande transformação. "Temos que nos reinventar, pensar diferente", enfatizou. A adaptação é necessária e imediata. Para ele, é preciso ficar alerta para as mudanças na mobilidade da população, algo que a empresa já vem fazendo e desenvolvendo tecnologias para suprir as demandas. "Há 1 ano, mudamos nosso pensamento. Não somos fabricantes de automóveis, somos uma companhia de mobilidade". Até 2040, a Toyota pretende disponibilizar carros totalmente autônomos, contou Miguel. "Não são os mais fortes que sobrevivem. São os que se adaptam ao entorno e as possibilidades", concluiu.


A adaptação também foi tema para Fábio Leme, Vice-Presidente Executivo da HDI, que afirmou a intenção da companhia em se atualizar aos acontecimentos. No entanto, afirmou que antes de pensar na realidade dos carros autônomos, é preciso abordar a realidade brasileira com o envelhecimento da frota. A venda dos seminovos caiu pela metade nos últimos 2 anos e vai continuar até 2020, assegurou. O foco, para ele, deve ser a venda de seguros simplificados, pois 70% dos veículos segurados pela empresa são com até 5 anos de uso. 


Rivaldo Leite, Vice-Presidente da Porto Seguro, não vê as mudanças no cenário como ameaças, mas como oportunidades. Segundo Rivaldo, há, com isso, o incentivo para o uso de ferramentas, novas tecnologias e a comercialização de novos produtos. Os corretores presentes foram instigados para auxiliar as seguradoras a vender os mais diversos produtos e se adequarem à transição no mercado de Seguro Auto. 





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