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Pazinato Seguros: como a união familiar pode manter uma empresa

A história da empresa familiar Pazinato Seguros se mistura com a história do mercado segurador gaúcho. Jos ...



26 de junho de 2018

A história da empresa familiar Pazinato Seguros se mistura com a história do mercado segurador gaúcho. José Francisco Miranda da Cunha, que curiosamente leva o nome Pazinato de seu sogro e seu filho Márcio Pazinato, mantém a empresa e propaga o nome Pazinato com orgulho pelo mercado gaúcho há 16 anos.


Francisco iniciou com pouco, na residência, com o apoio de um assistente comercial de Seguradora. Em certo momento, o filho Márcio questionou essa estrutura. Com 15 anos de idade, já mostrava interesse em empreender e auxiliar o pai. "Sempre gostei muito de empreender", afirma. Após anos na mesma rotina de trabalho, Francisco e Márcio passaram a repensar a empresa e viram a necessidade de "ter uma sede para atender clientes e armazenar a documentação", afirmou o patriarca.


Aos 18 anos, Márcio se emancipou para que pudesse abrir a empresa, que foi criada em 1º de outubro de 2002. "Márcio assumiu a carteira da Pazinato, pois Francisco delegou a atividade para ele, permanecendo com outras atividades profissionais de Administrador e Contador.


Entre os objetivos da empresa, Márcio afirma que é necessário "diversificar os ramos, sair do automóvel e buscar outros nichos específicos". As pequenas e médias empresas são o foco da Pazinato Seguros.


Para Márcio, o diferencial da empresa é o atendimento aos clientes. "Trabalhamos muito nessa questão, no pós venda e focamos em contratar corretamente. O dia a dia nos norteia para fazer um bom trabalho e temos conseguido ótimo crescimento".


A equipe hoje conta também com Sabrina, Diretora de Operações, ajudando Márcio, que ficou responsável pela Diretoria Comercial.


Refletindo sobre o futuro do mercado, Márcio conclui que a empresa precisa modernizar e se adaptar. Ele afirma que a Pazinato busca sempre manter parcerias, pois "a tendência é cada vez mais as empresas desaparecerem se não se unirem e juntarem forças profissionais, os Corretores precisam saber trabalhar mais em parceria com os colegas de profissão".


Para Francisco, o futuro está na diversificação da carteira, algo que a Pazinato já vem fazendo. "Eu imagino que nós devemos ter o percentual dos ramos de seguros mais equilibrado. Haverá uma evolução muito expressiva no segmento de Seguros se adaptando a cultura e as necessidades da população brasileira. "Márcio, em contraponto, acredita que o formato atual não vai terminar. "O modelo atual de corretagem é o melhor modelo que existe. Não tem custo e não tem vínculo empregatício". Segundo ele, é importante que o profissional do mercado de seguros esteja atento. "A questão é treinar o Corretor para que venda o serviço completo. Adaptando-se às novas tecnologias para depois desenvolver a venda de seguros por outros meios".


O ponto de equilíbrio entre as opiniões e as suas diversidades é o que mantém viva a Pazinato Seguros. A essência é a experiência e o vínculo familiar estabelecido no ambiente de trabalho. É por esses e outros motivos que a Pazinato Seguros se mantém firme e forte no mercado gaúcho até hoje, almejando crescer e agregando valor aos seus clientes através do Seguro correto e adequado ao perfil do Cliente.





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