Geral
2 de outubro de 2017
Engavetamentos no trânsito podem provocar grandes dores de cabeça e discussões intermináveis na hora de definir os responsáveis pelo acidente. Os cenários variam, mas, como alerta Carlos Alberto Valle, diretor da Fenacor e da Valle Corretora de Seguros, geralmente quem colide na traseira de um carro acaba sendo apontado como culpado.
Corretor de seguros experiente, Valle conta que já viu situações variadas e, em entrevista exclusiva ao CQCS, apontou algumas possibilidades. “Vamos imaginar a seguinte situação: o carro A para no semáforo, o carro B para atrás e um terceiro veículo colide na traseira do segundo, que, por conseguência, bate no primeiro. Neste caso, na minha visão, o carro C é o responsável por todos os reparos, porque não existe distância regulamentar com o trânsito parado”, afirma.
Já em outra situação o carro A está parado no sinal e é atingido pelo carro B, que é colidido pelo carro C. “Em cenários assim, com engavetamento envolvendo muitos carros, é uma confusão. Eu já vi decisões em que cada um paga a sua frente e a traseira do outro. Neste caso específico, o carro B é responsável pelo conserto da traseira do carro A e da sua própria dianteira e o carro C é responsável pela traseira do carro B e pela sua própria dianteira”, argumenta o diretor da Fenacor.
E é possível bater na traseira de outro carro e não levar a culpa? Valle esclarece: “Em 99% dos casos quem colide na traseira acaba sendo culpado. Mas, realmente, há casos, mesmo que bem raros, em que o outro veículo é responsabilizado. Um desses é quando ele dá margem para ser colidido, como, por exemplo, quando o condutor muda de faixa e para. Mas é realmente muito raro, acho que até hoje só vi um caso assim”.
2 de outubro de 2017
Engavetamentos no trânsito podem provocar grandes dores de cabeça e discussões intermináveis na hora de definir os responsáveis pelo acidente. Os cenários variam, mas, como alerta Carlos Alberto Valle, diretor da Fenacor e da Valle Corretora de Seguros, geralmente quem colide na traseira de um carro acaba sendo apontado como culpado.
Corretor de seguros experiente, Valle conta que já viu situações variadas e, em entrevista exclusiva ao CQCS, apontou algumas possibilidades. “Vamos imaginar a seguinte situação: o carro A para no semáforo, o carro B para atrás e um terceiro veículo colide na traseira do segundo, que, por conseguência, bate no primeiro. Neste caso, na minha visão, o carro C é o responsável por todos os reparos, porque não existe distância regulamentar com o trânsito parado”, afirma.
Já em outra situação o carro A está parado no sinal e é atingido pelo carro B, que é colidido pelo carro C. “Em cenários assim, com engavetamento envolvendo muitos carros, é uma confusão. Eu já vi decisões em que cada um paga a sua frente e a traseira do outro. Neste caso específico, o carro B é responsável pelo conserto da traseira do carro A e da sua própria dianteira e o carro C é responsável pela traseira do carro B e pela sua própria dianteira”, argumenta o diretor da Fenacor.
E é possível bater na traseira de outro carro e não levar a culpa? Valle esclarece: “Em 99% dos casos quem colide na traseira acaba sendo culpado. Mas, realmente, há casos, mesmo que bem raros, em que o outro veículo é responsabilizado. Um desses é quando ele dá margem para ser colidido, como, por exemplo, quando o condutor muda de faixa e para. Mas é realmente muito raro, acho que até hoje só vi um caso assim”.
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