Diógenes Alves da Fonseca Neto 

14/08/2017 / FONTE: Seguro Gaúcho

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Atuando no mercado de seguros há 9 anos, Diógenes Alves da Fonseca Neto, tem sua vida baseada em Porto Alegre, cidade onde nasceu. Formado em Direito em 2004, ele tornou-se corretor de seguros em 2008. Depois de trabalhar como estagiário em um escritório de advocacia e trabalhar justamente atendendo corretoras de seguros, recorda.  

Na faculdade,  entre 2003 e 2007 ele começou a se dedicar aos estudos sobre Direito Securitário– e então decidiu conhecer mais sobre os corretores de seguros e decidiu fazer um curso “onde poderia aprofundar o conhecimento sobre a área“, disse. E, a partir daí, abriu a Fonseg Corretora de Seguros.  

Para ele, a maior dificuldade enfrentada pelos corretores de seguros é a extrema competitividade do mercado, principalmente para os iniciantes. “Além disso, a concorrência desleal, condições comerciais desfavoráveis – a preferência das companhias pelos bancos e os novos meios eletrônicos –  são os maiores problemas enfrentados por todos os profissionais “, destaca. Ele conta que decidiu focar nos segmentos de auto e empresa.  

Para ele, o corretor gaúcho, é um profissional sério e qualificado. “Fonseca conta que para estar atualizado e qualificado, ele lê bastante e procura sempre frequentar cursos para se atualizar. Para passar por esse período de crise que afeta a todos, ele diz que a palavra-chave é diversificar. “Em um vasto universo de produtos, sempre há alguém querendo uma proteção”, aposta. Além, é claro, de motivação, perseverança, insistência e muita conversa para convencer os clientes. 

Casado há 4 anos com Juliana Camilotti da Fonseca e pai de Enzo, ele diz que gosta de cozinhar e esse tem sido seu hobby, além do futebol e a recém-iniciada prática de tiro esportivo. “Tento aproveitar o máximo a minha família e amigos, e sempre que possível cozinho para eles”, revela. 

 Para ele, para conciliar a vida profissional e a pessoal é preciso ter disciplina e também impor horários. “Caso contrário acaba se tornando refém do trabalho”, ensina. 

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